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10 de março de 2011

Tributo a VIK MUNIZ



Vik Muniz nasceu no centro de São Paulo em 1961. Autodidata, antes de se tornar artista plástico passou por vários empregos. Um deles em uma pequena agência de anúncios, onde despertou seu interesse por imagens com poder persuasivo e pelas possibilidades de manipulação das mesmas.

Em 1983 um acidente mudou sua vida. Ao sair de uma reunião,Vik presenciou uma violenta briga de rua e acabou levando um tiro por engano. Um dos homens querendo evitar uma ocorrência policial, oferece uma boa quantia em dinheiro a Vik. É com esse dinheiro que ele vai para Chicago onde vive por dois anos.
Em 1986 vai para Nova York onde trabalhou em diversos empregos e estudou direção de teatro e cenografia. Acaba se naturalizando norte americano.

Sua primeira mostra aconteceu em 1989. Nela, ele expõe uma série de esculturas chamadas Relíquias - objets trouvés fabricados ou falsas descobertas arqueológicas, como a Máquina de Café Pré-Colombiana. Esses trabalhos já delineavam a atitude bem humorada que marcaria toda sua obra.

Ao ver suas peças fotografadas por um profissional Vik teve o insight que influenciou decisivamente seu trabalho: as reproduções fotográficas seriam o objeto final de sua arte.
Desde então, ele passou a usar a fotografia como suporte para desenvolver uma série de experimentações como diversos materias...geléia, calda de chocolate, diamantes e lixo!

O sucesso viria somente em 1990, quando seu talento é descoberto por um crítico do jornal The New York Times. Sua participação na conceituada mostra New Photografhy, em 1995, abre caminho para o reconhecimento mundial. Em 2001 é escolhido como representante do Brasil na Bienal de Veneza. Em 2005 escreve o livro Reflex, que foi traduzido para o português em 2007.

Vik é um dos artistas mais produtivos de sua geração. Suas obras integram os acervos de alguns dos principais museus do mundo como The Metropolitan Museu of Art e Museu de Arte Moderna (NY), Tate Gallery (Londres) e Centre Georges Pompidou (Paris).

Muito recentemente foi filmado em forma de documentário, o processo de criação de um de seus mais belos trabalhos realizados no Brasil, no aterro sanitário do Rio de Janeiro. O Documentário recebe o nome de LIXO EXTRAORDINÁRIO. O link abaixo mostra o trailler desse filme incrível e emocionante.


http://www.youtube.com/watch?v=_pyR9qCd2F8


Nós do Atelier 46 realizamos um trabalho para homenagear Vik Muniz.
O trabalho foi feito usando o mesmo processo utilizado pelo artista onde temos uma imagem plana que é o que queremos "retratar" e, sobre ela, objetos diversos. A obra de arte não é a montagem e sim as imagens fotográficas feitas pelos artistas.






















21 de novembro de 2010

BIENAL 2010



Parte do grupo Atelier Quarenta e Seis esteve na 29 Bienal. Lá desfrutamos do prazer de ver de perto os artistas do mundo todo falando sobre Arte e Política, que é o tema desta Bienal.
Foi um dia repleto de surpresas e muito conhecimento adquirido!
Nós "amantes" da arte nos apaixonamos por muitos trabalhos, que são fonte de inspiração e impulsos, estímulos para uma criação mais arrojada e forte!
Nossos agradecimentos à Valéria e Carol da Vacance Turismo que viabilizaram nosso projeto.




2 de novembro de 2010

INHOTIM... Um lugar a se conhecer




Inhotim é uma instituição criada por Bernardo Paz, empresário da mineração, colecionador de arte...um visionário. Reúne obras produzidas desde o final da década de 1960 até o presente.
Localizada dentro de uma fazenda em Brumadinho, Minas Gerais, próximo a Belo Horizonte, esta aberta ao público desde outubro de 2006.

É uma aproximação única entre paisagismo, arquitetura e arte contemporânea.


Estivemos nesse lugar mágico por três dias. Abaixo, depoimentos e algumas fotos dessa experiência única.

VERA FERRO
"Inhotim, museu de arte contemporânea, um lugar especial,alimento dos olhos,da alma. Visita obrigatória".

CRISTINA MATTOSO
"Inhotim, arte contemporânea, no meio de quase nada,desperta sentidos entre árvores e jardins!".

SYLVIA CUNHA
"Visita ao Paraíso".

ADRIANA GERBI
"Inhotim é a Disney dos Artistas".

ZAIDA SKAF
"É uma riqueza para os olhos,mente e alma".

PAMA LOIOLA
"Confesso que ainda estou anestesiada.A verdade é que agora respeito muito mais a arte contemporânea brasileira".

VERA FIGUEIREDO
"Inhotim nos faz experenciar a arte contemporânea com todo nosso corpo".

OLIVIA NIEMEYER
"Chapéu na cabeça,tênis confortável nos pés, garrafinha de água nas mãos...e lá fomos nós ver de perto as mais incríveis obras da arte contemporânea,com muitas amigas e uma guia inteligente e simpática. Pode ser melhor?".

DANIELA GALANTI
"Inhotim mexe em nossas gavetas...Muito sentimentos vieram. Impossível descrever...apenas vivenciar!".

MARIANA CECCATO
"É um lugar onde a natureza e cultura se encaixam perfeitamente".

VERA MORAES
"Beleza inesperada.Natureza emoldurando a arte e a arte se integrando à natureza. Adorei tudo".


Vista da recepção. Arquitetura abraçada com a paisagem!


Yayoi Kusama


Hélio Oiticica


Obra " O som da terra " de Doug Aitken


Galeria Adriana Varejão


Dan Graham


Galeria True Rouge


Chris Burden


Edgard de Souza


Cildo Meireles


Simom Starling



Matthew Barney


Galeria Miguel Rio Branco


FIM DOS TEMPOS I ,II e III





Trabalho de Vania Marques que recebeu Menção Honrosa - Contemporâneo no 23o Salão de Artes Plásticas de Mogi Mirim.