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15 de maio de 2011

REGINA SILVEIRA


Regina Silveira é um dos destaques de 2010. A exposição "Mil e um dias e outros enigmas" , no Instituto Iberê Camargo, comemora 50 anos de carreira de gravadora, pintora, professora e videoartista gaúcha. Seu trabalho singular mostra formas que aparecem nos mais diversos suportes e lugares públicos, criando e recriando sombras. Objetos e insetos de tamanhos diversos confundindo que instigam a mente humana. Além de alterar as fachadas de prédios e museus com pegadas, adesivos e com projeções de luz.
As artistas Julia cardia, lia ferro, Tata Di Fiori, Sylvia Ferro, Vera Orsini e Valéria Menezes fizeram a releitura do trabalho "Derrapagens" feito por Regina Silveira.


ERNESTO NETO


Ernesto Neto é mais um dos destaques de 2010. seu trabalho consiste em grandes esculturas orgânicas e instalações que se relacionam com as pessoas pelas suas formas e texturas. O Trabalho do artista influenciou a montagem da instalação, que teve participação especial da tela pintada pela artista Wilma Truzzi, que foi fotografada pelas artistas Julia Cardia, Vera Orsini e Valéria Menezes.






16 de abril de 2011

Pintando as Paredes do Mundo - APAAC 2011



Projeto Pintando as Paredes do Mundo leva a Arte para ambientes públicos como hospitais, escolas e instituições diversas com o objetivo de tornar esses ambientes mais alegres!
Vera Ferro é a idealizadora desse lindo projeto realizado por grupos de artistas convidados em conjunto com os pacientes, familiares e pessoas das próprias instituições.

































12 de abril de 2011

TRABALHOS


Vera Orsini
" Mini e eu no universo"

Júlia Cardia
" Se eu tivesse uma guitarra"

Tata di Fiori
" Viagem ao centro da Terra"

Sylvia Ferro
" Sem título - 1999"








LUIZ ZERBINI

“Luiz Zerbini é um poeta de muitas artes, escultor cenógrafo, escritor e compositor. Surgida na chamada Geração 80, sua pintura desenvolveu-se de imagens narrativas com cenas domésticas, panoramas e flagrantes urbanos, realizada quase que fotograficamente com cores iluminadas e vibrantes, que revelam as questões conceituais do artista: materialidade, sobreposição de gestos e procedimentos, luz e sombra, efeitos óticos, jogos entre percepção e representação.” (trecho retirado do texto escrito por Ivo Mesquita – livro Rasuras de Luiz Zerbini)

Sobre o seu trabalho Luiz Zerbini, diz:

Não é só o que se está vendo

É sobre o que se está ouvindo enquanto se está vendo

Não é só sobre o que se está ouvindo quando se está vendo

É sobre o que se está sentindo quando se está ouvindo o que se está vendo

Não é só sobre o que se está sentindo quando se está ouvindo o que se está vendo

È sobre o que se pensa quando se está sentindo o que se está ouvindo quando se está vendo

Não é o que se pensa quando se está sentindo o que se está ouvindo quando se está vendo

Não é o que se está sentindo quando se está ouvindo o que se está vendo

Não é o que se está ouvindo quando se está vendo

É só que se vê

Folias de Momo - Vera Orsini

20 de março de 2011

A Vida imita a Arte



Trabalho realizado pela Luzia Castañeda...Vik Muniz e a tragédia no Japão...impressionante!!






10 de março de 2011

Tributo a VIK MUNIZ



Vik Muniz nasceu no centro de São Paulo em 1961. Autodidata, antes de se tornar artista plástico passou por vários empregos. Um deles em uma pequena agência de anúncios, onde despertou seu interesse por imagens com poder persuasivo e pelas possibilidades de manipulação das mesmas.

Em 1983 um acidente mudou sua vida. Ao sair de uma reunião,Vik presenciou uma violenta briga de rua e acabou levando um tiro por engano. Um dos homens querendo evitar uma ocorrência policial, oferece uma boa quantia em dinheiro a Vik. É com esse dinheiro que ele vai para Chicago onde vive por dois anos.
Em 1986 vai para Nova York onde trabalhou em diversos empregos e estudou direção de teatro e cenografia. Acaba se naturalizando norte americano.

Sua primeira mostra aconteceu em 1989. Nela, ele expõe uma série de esculturas chamadas Relíquias - objets trouvés fabricados ou falsas descobertas arqueológicas, como a Máquina de Café Pré-Colombiana. Esses trabalhos já delineavam a atitude bem humorada que marcaria toda sua obra.

Ao ver suas peças fotografadas por um profissional Vik teve o insight que influenciou decisivamente seu trabalho: as reproduções fotográficas seriam o objeto final de sua arte.
Desde então, ele passou a usar a fotografia como suporte para desenvolver uma série de experimentações como diversos materias...geléia, calda de chocolate, diamantes e lixo!

O sucesso viria somente em 1990, quando seu talento é descoberto por um crítico do jornal The New York Times. Sua participação na conceituada mostra New Photografhy, em 1995, abre caminho para o reconhecimento mundial. Em 2001 é escolhido como representante do Brasil na Bienal de Veneza. Em 2005 escreve o livro Reflex, que foi traduzido para o português em 2007.

Vik é um dos artistas mais produtivos de sua geração. Suas obras integram os acervos de alguns dos principais museus do mundo como The Metropolitan Museu of Art e Museu de Arte Moderna (NY), Tate Gallery (Londres) e Centre Georges Pompidou (Paris).

Muito recentemente foi filmado em forma de documentário, o processo de criação de um de seus mais belos trabalhos realizados no Brasil, no aterro sanitário do Rio de Janeiro. O Documentário recebe o nome de LIXO EXTRAORDINÁRIO. O link abaixo mostra o trailler desse filme incrível e emocionante.


http://www.youtube.com/watch?v=_pyR9qCd2F8


Nós do Atelier 46 realizamos um trabalho para homenagear Vik Muniz.
O trabalho foi feito usando o mesmo processo utilizado pelo artista onde temos uma imagem plana que é o que queremos "retratar" e, sobre ela, objetos diversos. A obra de arte não é a montagem e sim as imagens fotográficas feitas pelos artistas.